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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2026 16:54

Prefeitura de Afogados da Ingazeira investe na aquisição de alimentos da agricultura familiar

Gerar renda, dignidade e cidadania para as famílias que vivem da agricultura em Afogados da Ingazeira. Com esse objetivo, desde o início do seu mandato, o prefeito José Patriota tem fortalecido o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA, com a retirada de atravessadores e uma fiscalização permanente, de modo a garantir que apenas as famílias que realmente produzem possam vender à Prefeitura.
Todo mês, o município investe 21 mil reais na aquisição de 1.500 quilos dos mais variados produtos oriundos do campo. Hortaliças, verduras, legumes, frutas e carne bovina, são adquiridos diretamente a mais de 40 famílias que vivem e trabalham em nossa zona rural. Esses alimentos atendem à merenda escolar, Centros de Atenção Psicossocial, cozinha comunitária, casa de apoio da saúde em Recife e o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, dentre outras instituições.
A cada três meses, a Prefeitura reúne os agricultores familiares beneficiados pelo Programa, para debater em conjunto o controle da distribuição dos alimentos, as visitas técnicas de fiscalização, prestação de contas e a qualidade dos produtos adquiridos. Nesta quinta-feira (05) aconteceu mais uma dessas reuniões, no Centro Tecnológico.
“Junto com o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que também adquire alimentos da agricultura familiar, o PAA é fundamental para garantir renda e cidadania para os agricultores, e assegurar uma alimentação de qualidade na mesa dos que mais precisam. Tenho determinado uma fiscalização rigorosa para evitar os atravessadores, garantindo que os verdadeiros agricultores sejam beneficiados,” destacou José Patriota.
O coordenador do Programa em Afogados da Ingazeira, Gilmar Aguiar, destaca que as reuniões ocorrem rotineiramente. “Essa é uma reunião de rotina, como chamamos, e aqui podemos debater com os  agricultores a agenda de distribuição, e ouvir também as sugestões deles, e trazer representantes das entidades que recebem os produtos para avaliar a qualidade do que eles recebem”, declarou Gilmar. 

Volume de obras conduzidas pelo Exército despenca no governo Bolsonaro

ÉPOCA
No auge do PAC, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o Exército tinha R$ 1,2 bilhão em obras contratadas com o governo federal. Agora, na gestão de Jair Bolsonaro, os militares conquistaram, até o momento, apenas a obra emergencial de uma ponte, orçada em R$ 547 mil. Desapontado, depois de se preparar com equipamentos e pessoas, o Exército pressiona e tem, pela primeira vez, a promessa de novos contratos. Mas estas obras não serão tão importantes como no passado. 
Além da ponte no Amazonas, o Exército deve fechar, ainda neste ano, o contrato de manutenção da BR-226 no Rio Grande do Norte, um negócio avaliado em R$ 60 milhões. Além disso, os militares olham outras duas obras, que só deverão sair do papel em 2020: melhorias na BR-452, em Minas Gerais (R$ 139 milhões) e a duplicação de cerca de 10 quilômetros da BR-101 em Alagoas (R$ 80 milhões). Mas nem mesmo para estes trechos há garantias de que serão concedidos. 
“O exército está mais preparado que nunca. Após o boom das obras do PAC foram comprados equipamentos de ponta e uma nova geração de engenheiros foi formada. Mas com os contratos acabando, isso tudo poderá ficar ocioso”, disse um militar de alta patente, sob sigilo.
O presidente Jair Bolsonaro não cansa de elogiar o exército e mostrar, nas redes sociais, obras que os militares fazem pelo país, principalmente em rodovias. O presidente que mais contratou o exército foi Temer, com 32 obras, seguido de Dilma e Lula. Em sete meses Bolsonaro só assinou um contrato, contra média anual de 6,4 desde 2003.
E  estas são obras concedidas em governos antigos, que estão próximas do fim. De fato as duas maiores obras que estão hoje com os fardados (duplicação da BR-116 no Rio Grande do Sul, em contrato de R$ 207 milhões, e pavimentação da BR-163 no Pará em contrato de R$ 140 milhões) foram concedidas em 2017 e 2018 pelo governo de Michel Temer, com seu fim já previsto no curto horizonte. Das atuais 30 obras em execução pelo Exército, 16 acabaram ainda em 2019. 
Isso ocorre, segundo fontes do setor,  por causa das restrições orçamentárias que cortam em cheio os investimentos e pela necessidade de se ampliar empregos no país, o que ocorreria se empreiteiras privadas assumissem essas construções. O uso massivo do Exército como empreiteira ocorreu no segundo mandato do presidente Lula, quando a economia crescia e os militares foram acionados para resolver gargalos como a duplicação da BR-101 no Nordeste, a construção do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) e a execução da Transposição do São Francisco.  Na época, o Exército chegou a figurar como uma das grandes “empreiteiras” do Brasil.
O Dnit confirma que, além destes trechos, o Exército poderá assumir obras no Maranhão e no Amapá, em trechos que somente serão concedidos no longo prazo.
“Esta parceria já é antiga. Para o Exército é bom para o adestramento de seu pessoal, como chamamos o treinamento. Para o Dnit conseguimos obras com qualidade e preço razoáveis”, afirmou o general Antônio Leite dos Santos Filho, que coordena o Dnit no Ministério da Infraestrutura. 
A falta de recursos orçamentários explica parte deste problema. Mas o Dnit, embora não esteja na velocidade que gostaria, continua contratado. Dados compilados pela RHS Licitações apontam que, de janeiro a 25 de agosto deste ano, foram contratadas 237 obras e manutenções, uma alta de 9,7% sobre o número de contratos em igual período de 2018. Ou seja, enquanto o Dnit concedeu uma obra ao Exército em todo o período, segundo o levantamento, foi concedida uma média de uma obra por dia à iniciativa privada. A maior parte destes contratos dizem respeito à manutenção dos cerca de 50 mil quilômetros sob responsabilidade do Dnit.  
No auge, o Exército tinha R$ 1,2 bilhão do PAC. Este dinheiro ajudou a modernizar o exército e treinar pessoal. Agora, este grupo corre o risco de ficar desocupado. “Por causa destas obras equipamentos de última geração, até em áreas como terraplenagem, estão sem uso”, disse o militar de alta patente que falou com ÉPOCA, acrescentando que a prioridade do Exército seriam obras de rodovias e ferrovias. “ Um desafio incrível seria obras profundas de melhoria na Transamazônica, mas isso nem está no radar do governo. Outra área que queríamos ampliar nossa atuação é em ferrovias, mas também não há muitos projetos”. 
Oficialmente em nota, o Exército reconhece que os contratos são menores pela restrição orçamentária e afirma que quer mais obras, porém que só vai comentar após as negociações com o governo. “As Obras de Cooperação realizadas pelo Exército em parceria com diversos Órgãos Públicos proporcionam uma importante contribuição ao desenvolvimento Nacional, sendo uma das atribuições subsidiárias do Exército, conforme a Lei Complementar LC nº 117, de 2/9/2004. Nesse sentido, para o Exército Brasileiro essas obras proporcionam o adestramento dos quadros em atividades de construção, com a consequente formação de mão de obra qualificada a ser empregada pela Sociedade”, diz o documento. “As Obras de Cooperação têm sido importantes para a aquisição de modernos equipamentos de Engenharia, os quais modernizaram a frota dos Batalhões de Engenharia de Construção distribuídos pelo território Nacional”.

Delegado de Solidão é quem responde por Itapetim: veja nota

No dia 04/09/2019, por volta das 12h, em Itapetim-PE, agentes da Polícia Civil receberam uma informação de que o foragido da justiça Sidney Ferreira Monteiro estaria nesta cidade. Em desfavor de Sidney havia o Mandado de Prisão Preventiva, relativo a uma tentativa de homicídio que este tinha perpetrado no ano de 2018, em desfavor de Paulo Renato do Amaral, que como consequência da agressão perdeu um dos braços (recebeu dois disparos de arma de fogo pelas costas).
Diante de tal contexto, os agentes da polícia acionaram a polícia militar, e juntos diligenciaram para encontrar o foragido e cumprir o mandado de prisão, o que foi feito com êxito.
Ao adentrarem na Delegacia com o custodiado, que aguardava enquanto as providências de praxe eram realizadas (documentos para assinar etc.), pouco depois entrou na Delegacia Paulo Renato do Amaral, deficiente físico, que tinha sofrido a tentativa de homicídio no ano passado, pedindo informações sobre um “laudo” que ele estaria precisando para conseguir um benefício de assistência social/previdenciária.
Depois de ser atendido pelos agentes (na sala do Administrativo), sorrateiramente Paulo Renato do Amaral se dirigiu com toda velocidade ao então preso Sidney, que estava na recepção da Delegacia junto com dois policiais militares, e sem dar tempo de nenhuma reação por parte dos agentes de segurança (que sequer conseguiram ver o primeiro golpe), sacou uma faca que estava escondida e acertou Sidney na região torácica. Antes que Paulo Renato conseguisse desferir a segunda facada, que era sua intenção, ele foi impedido pelos policiais militares que ali estavam e que conseguiram o conter sem uso de letalidade, apesar de portar uma faca e estar aparentemente transtornado.
Logo em seguida Sidney, agora vítima, foi levado às pressas para o hospital, onde foi socorrido, contudo, devido à gravidade da lesão, veio a óbito no Hospital de São José do Egito.
E, ato contínuo, o Delegado, que estava em seu Gabinete determinou que isolassem a área do crime, acionou o Instituto de Criminalística para que a perícia fosse realizada no local, além de todas as outras providências de praxe. Paulo Renato do Amaral foi preso em flagrante e será apresentado na audiência de custódia.
O boato espelhado de que a vítima teria sido assassinada ao prestar depoimento é falso, ele sequer iria prestar depoimento, aguardava apenas para assinar o Mandado de Prisão e o preenchimento do Boletim de ocorrência da PC e PM.
Dr.Rodrigo Passos, Delegado
Delegado Titular de Solidão e responde por Itapetim

Médico pode disputar prefeitura de Tabira

Com perfil da juventude política, o médico Gilson Brito, sem partido, está decidido a oferecer seu nome à população de Tabira para tentar ser prefeito dali nas eleições municipais do próximo ano. De acordo com o Blogueiro  de Itamar França, “O projeto político de Gilson Brito para Tabira deve passar pelas oposições. Se estiver bem nas pesquisas de intenção de voto, ele já admitiu que poderá ir mesmo para o embate eleitoral.”

Prefeitura de Afogados da Ingazeira vai promover palestras e curso de qualificação profissional

Em tempos de crise e baixa oferta de emprego, empreender pode ser a saída. E nesse contexto, o emprego formal e o empreendimento individual, a qualificação é fundamental para o sucesso.
A partir da próxima segunda-feira (09), a Prefeitura, em parceria com o Sebrae, promoverá cursos e palestras para os empreendedores locais. A ação integra a programação da 5ª Feira de Empreendedorismo de Afogados da Ingazeira, que oficialmente começa no dia 25 de setembro.
“A Feira acontece de 25 a 28 deste mês e estamos com uma programação muito boa e intensa. Sentimos a necessidade, para não superlotar os dias da Feira, de antecipar algumas atividades, garantindo a participação de todos,” informou a secretária de Administração, Flaviana Rosa.
“Em um momento de crise e desemprego que vivenciamos no Brasil, com grande impacto nos municípios, as prefeituras precisam investir na qualificação profissional e no fortalecimento do empreendedorismo como alternativas de geração de renda e oportunidades para a população, e é isso que estamos fazendo em Afogados,” destacou o prefeito José Patriota.
Confira a programação:
Entre os dias 09 a 12 de setembro
Curso de Técnica de Comida Regional Brasileira (14h às 18h). Local: IFPE
Segunda-feira (16)
Oficina “Gastronomia: desperte o desejo através do Instagram” (18h às 22h).
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação
Terça-feira (17)
Palestra: “Surpreender e encantar o turismo” (19h às 21h)
Auditório da Secretaria Municipal de Educação
Quarta-feira (18)
Palestra: “Feira de Negócios, como aproveitar ao máximo essa oportunidade” (19h às 21h). Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação
Quinta-feira (19)
Palestra: “Turbine suas vendas com marketing digital” (18h às 22h)
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação
Segunda-feira (23)
Oficina: “Formação de Preço” (18h às 22h)
Local: Auditório da Secretaria Municipal de Educação
Maiores detalhes podem ser obtidos na Sala do Empreendedor, na Rua Dr. Roberto Nogueira Lima, nº 165. Ou através dos telefones (81) 99948-0760 / (87) 3838-1906.  

Bolsonaro não combate corrupção nem controla governo, diz demitido da ABDI

Em entrevista exclusiva ao UOL, o presidente demitido nesta semana da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Guto Ferreira, saiu atirando.

Ele se declara decepcionado com o governo Jair Bolsonaro por não cumprir a promessa de campanha de priorizar o combate à corrupção. Também critica o ministro da Economia, Paulo Guedes (a quem diz admirar), por não dar atenção à indústria e à retomada do desenvolvimento.

Ferreira foi exonerado do cargo por Bolsonaro nesta quarta-feira (4) após afirmar, em entrevista à revista Veja, que o secretário o lhe fez “pedidos não republicanos”.

Em conversa com o UOL, Guto Ferreira volta a atacar seu chefe, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa. Desta vez com novas acusações: Costa teria pedido que a agência arcasse com parte do custo de período sem agenda. A ABDI teria comprado uma passagem com escala em Dubai, com duração de quatros horas e, segundo Ferreira, Carlos da Costa teria solicitado um período de 12 a 24 horas.

Ferreira diz que ainda aparecerão outras denúncias “com provas documentais” contra seu ex-chefe.

“O problema passa a acontecer quando sou pressionado a manter um período do secretário em uma cidade do Oriente Médio, que eu não concordo, porque não existia agenda ou justificativa. Quando você tem uma viagem no serviço público é preciso apresentar uma agenda. Se não é apresentada a agenda não há como viajar”, diz.

Bolsonaro não combate corrupção nem controla governo, diz demitido da ABDI

Em entrevista exclusiva ao UOL, o presidente demitido nesta semana da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Guto Ferreira, saiu atirando.

Ele se declara decepcionado com o governo Jair Bolsonaro por não cumprir a promessa de campanha de priorizar o combate à corrupção. Também critica o ministro da Economia, Paulo Guedes (a quem diz admirar), por não dar atenção à indústria e à retomada do desenvolvimento.

Ferreira foi exonerado do cargo por Bolsonaro nesta quarta-feira (4) após afirmar, em entrevista à revista Veja, que o secretário o lhe fez “pedidos não republicanos”.

Em conversa com o UOL, Guto Ferreira volta a atacar seu chefe, o secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa. Desta vez com novas acusações: Costa teria pedido que a agência arcasse com parte do custo de período sem agenda. A ABDI teria comprado uma passagem com escala em Dubai, com duração de quatros horas e, segundo Ferreira, Carlos da Costa teria solicitado um período de 12 a 24 horas.

Ferreira diz que ainda aparecerão outras denúncias “com provas documentais” contra seu ex-chefe.

“O problema passa a acontecer quando sou pressionado a manter um período do secretário em uma cidade do Oriente Médio, que eu não concordo, porque não existia agenda ou justificativa. Quando você tem uma viagem no serviço público é preciso apresentar uma agenda. Se não é apresentada a agenda não há como viajar”, diz.