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Segunda-feira, 28 de Setembro de 2026 02:12

Polícia apreende 20 kg de maconha depois de perseguição e troca de tiros em Petrolina


Operação conjunta entre a Polícia Civil, através do DENARC, Malhas da Lei e policiais militares do 2° Batalhão Integrado Especializado (2° BIEsp) resultou na prisão de um homem e apreensão de 20,317 kg de maconha na noite dessa quinta-feira, 4, em Petrolina. Na ação foi preso em flagrante Messias Souza Barros.
De acordo com a polícia, os agentes estavam fazendo rondas após atender a uma ocorrência sobre um suposto roubo num posto de combustíveis, no momento em que avistaram Messias e outro homem em atitude suspeita dentro de um carro.
Os policiais iam abordar o veículo quando os homens aceleram e fugiram pela Avenida Sete de Setembro, trocando tiros com as forças de segurança. Alguns metros depois, os criminosos perderam a direção do veículo e bateram numa mureta de concreto.
Uma revista no carro encontrou vários invólucros contendo maconha pronta para o consumo. Messias foi preso e o outro conseguiu fugir.  

Polícia apreende 20 kg de maconha depois de perseguição e troca de tiros em Petrolina


Operação conjunta entre a Polícia Civil, através do DENARC, Malhas da Lei e policiais militares do 2° Batalhão Integrado Especializado (2° BIEsp) resultou na prisão de um homem e apreensão de 20,317 kg de maconha na noite dessa quinta-feira, 4, em Petrolina. Na ação foi preso em flagrante Messias Souza Barros.
De acordo com a polícia, os agentes estavam fazendo rondas após atender a uma ocorrência sobre um suposto roubo num posto de combustíveis, no momento em que avistaram Messias e outro homem em atitude suspeita dentro de um carro.
Os policiais iam abordar o veículo quando os homens aceleram e fugiram pela Avenida Sete de Setembro, trocando tiros com as forças de segurança. Alguns metros depois, os criminosos perderam a direção do veículo e bateram numa mureta de concreto.
Uma revista no carro encontrou vários invólucros contendo maconha pronta para o consumo. Messias foi preso e o outro conseguiu fugir.  

Ministério Público de Carnaíba arquiva representação do Vereador Gleybson Martins sobre acúmulo de cargos da Secretária Lourdes Leite

O Ministério Público de Carnaíba julgou improcedente a ação impetrada pelo Vereador Gleybson Martins (PDT), onde alegava que a Secretária de Administração Maria de Lourdes Leite Santos estaria acumulando também o cargo de Secretária de Educação com remuneração indevida, onde solicitou que fossem feitas as intervenções cabíveis.
Para o representante, referida acumulação afrontaria o art. 37, XVI CRFB/88.
Em resposta a representação do Vereador Gleybson Martins o Ministério Público entende que é cabível o arquivamento desta notícia de fato, pelos fundamentos a seguir:
Em primeiro lugar, não há que se falar em violações ao art. 37 da nossa Lei Maior.
Estabelece o art. 37 da Constituição da República Federativa do Brasil, em seu inciso XVI, dispõe:
XVI – É vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver compatibilidade de horários, observado em qualquer caso o disposto no inciso XI:
a)      a de dois cargos de professor
b)      de um cargo de professor com outro técnico ou científico
c)      a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde, com profissões regulamentadas.
Outro aspecto relevante a ser destacado é o fato de que mesmo nas hipóteses constitucionais de acumulação remunerada o inciso XVI elenca um outro requisito, qual seja “compatibilidade de horários”. Isso significa que não basta a permissão legal, deve haver uma permissão fática, no sentido de que a acumulação não atrapalhará o bom andamento do serviço público.
Desde logo, inexistem também irregularidades no subsídio apontado. Foram remetidos para nossa análise todos os contracheques da prefeitura de Carnaíba, verificou-se que as informações estão corretas, inclusive analisamos vários contracheques dos secretários apontados na notícia de fato.
“Nas palavras da Senhora Secretária, em audiência nesta Promotoria de Justiça, o que pode ter acontecido foi uma falha do setor de recursos humanos que gerencia o Portal da Transparência”.
Permite-se a acumulação de cargos, funções ou empregos do serviço público com uma única condição: que o servidor não perceba mais de uma remuneração. No caso em análise, não foi verificado nenhuma irregularidade quanto a remuneração percebida pela Senhora Maria de Lurdes Leite Santos.
Desta forma o Promotor de Justiça de Carnaíba, Ariano Tércio Silva de Aguiar promoveu o arquivamento da presente notícia de fato com fundamento no art. 4º da Resolução 174/2017.

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Tirar foto ou fazer selfie do momento do voto pode dar até 2 anos de detenção

Com o mundo das redes sociais em alta e o desejo constante de registrar os momentos vivenciados, o eleitor deve estar atento às regras do processo eleitoral no próximo domingo (07). A legislação proíbe portar celular, câmeras fotográficas ou filmadoras dentro da cabine de votação porque o registro viola o sigilo do voto.  Ou seja, as populares selfies estão vedadas na hora de escolher os candidatos a presidente, governador, senador, deputado federal e estadual. 
A pena prevista no Código Eleitoral para a conduta de violação do sigilo é de detenção até dois anos. Segundo resolução (Lei 23.554/17) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também são vedados na cabine equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa oferecer a divulgação do voto.
No momento em que estiver votando, o cidadão deve deixar os equipamentos eletrônicos com os mesários da seção eleitoral. A preservação do sigilo é salientada pela Justiça Eleitoral como meio de evitar, por exemplo, a compra de votos. O registro da urna poderia servir como meio de comprovação para uma troca posterior por  promessa de emprego, cestas básicas, materiais de construção e outras possibilidades. A compra de votos, além de detenção também rende multa aos candidatos.

Por causa das eleições, Petrobras adia reajuste do gás de cozinha

A Petrobras não divulgou nesta sexta-feira (05), como havia prometido, o reajuste do gás de cozinha, que, no Distrito Federal e outros estados, já custa mais de R$ 100 o botijão. A decisão contraria a política de preços da estatal, que prevê anúncio do preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) residencial nas refinarias a cada dia 5 de fechamento de trimestre. O novo valor só será revelado na semana que vem. Para especialistas, o objetivo da postergação é evitar o impacto do aumento nas eleições e o uso político da companhia.
Nos bastidores, circula a informação de que o Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) chegou a levar a fórmula de reajuste à diretoria, que teria pedido mais estudos em função da alta volatilidade do câmbio e do petróleo, variáveis que compõem o preço do GLP. Para o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie), Adriano Pires, a decisão da companhia foi acertada. “O reajuste é trimestral, mas levam em conta os últimos 12 meses. Tivemos, no período, uma oscilação cambial muito grande, sem justificativa a não ser o quadro eleitoral do país. É difícil precificar isso”, comenta.
Pelos cálculos do economista Carlos Thadeu Filho, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV), o preço do gás pode subir entre 15% e 20%, o que terá impacto forte nos índices de inflação e no bolso dos consumidores. O gás está tão caro, que os mais pobres voltaram a cozinhar no fogão a lenha e aumentou a incidência de queimaduras pelo uso de etanol para fazer fogo.
Pires alerta que, se o grupo de preços da Petrobras não tem certeza do reajuste, é melhor não divulgar. “A empresa ficou numa situação delicada. Acho que faz sentido esperar, estudar com mais cuidado, porque, qualquer coisa que divulgue, às vésperas de uma eleição, acirrada e radicalizada como essa, pode prejudicar a empresa”, diz.
Só recentemente a Petrobras resolveu pendências no mercado internacional para recuperar a credibilidade, abalada pela corrupção e pelo uso político. “Há um cuidado para não passar a imagem de que interfere na política brasileira. A Petrobras está tendo cautela. É um sinal de maturidade”, opina Pires.
Para a Associação Brasileira dos Revendedores de GLP (Asmirg-BR), o suspense é desgastante. O presidente da entidade, Alexandre José Borjaili, alerta que, sempre que há aumento de R$ 1 na refinaria, as distribuidoras repassam alta muito maior para as revendas. “Quem está inviabilizando o setor são as distribuidoras. Quando há queda, não repassam para nós”, reclama.
Em janeiro, a Petrobras divulgou o valor de R$ 23,16 para o botijão de 13 kg nas refinarias. Em 5 de abril, a estatal baixou para R$ 22,13 e, em 5 de julho, subiu para R$ 23,10. Pelo valor que é comercializado no DF, por exemplo, cerca de R$ 80 ficam pelo caminho.